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Apresentação do livro "Bestiarius Stebanensis" de José Esteban e Andrés Alcántara

No dia 9 de maio, pelas 18h30, é apresentada a edição especial do livro BESTIARIUS STEBANENSIS de José Esteban e Andrés Alcántara, no Instituto Cervantes de Lisboa (Rua de Santa Marta 43F).

A apresentação será feita por Tomás Paredes, Presidente da Associação Espanhola de Críticos de Arte e contará com a presença dos autores.

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Em simultâneo e no mesmo Instituto, serão inauguradas a exposições de Andrés Alcántara “Desenhos do Bestiarius Stebanensis”, com todos os desenhos originais que figuram no livro e “Cervantes e Quixote”, uma série temática de pinturas.

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Sobre o BESTIARIUS STEBANENSIS

Todos os bestiários que chegaram até nós derivam do Physiologus grego, séculos III-V, escrito em Alexandria, por autor desconhecido. Os bestiários respondem à faculdade imaginativa do homem, à sua capacidade de enriquecer a realidade, descrevendo criaturas naturais e fantásticas, atribuindo-lhes significados simbólicos.

Editada pelo Centro Português de Serigrafia, a edição especial de BESTIARIUS STEBANENSIS reúne mais de uma vintena de criaturas animais, nos textos estimulantes e genuínos de José Esteban aliados aos desenhos emotivos e visionários de Andrés Alcántara. Desde o bestiário universal, a serpente do mar, o dragão ou a fénix; ao do mundo antigo, o cisne de Leda, o touro de Europa ou o cavalo de Átila; ao bestiário medieval, a besta do Apocalipse, o corvo de São Paulo ou cão Cérbero até ao mundo moderno, do jumento de Sancho Pança ao touro Granadino.

Como refere o autor do prólogo, Tomás Paredes (Presidente da Associação Espanhola de Críticos de Arte), “O Bestiarius Stebanensis é estimulante, genuíno, arbitrário, delirante, subjetivo, exato, inquietante. Pelos seus diversos registos transitam as mitologias mais antigas, gregas e adjacentes, as Santas Escrituras, ecos da Índia e da China. Vestígios medievais, a Patrística, o Romantismo, e depois Borges, Eliade, Freud, Bachelard, Roland Barthes e o mundo dos touros. Compreende uma sobreposição de épocas e civilizações, desde o antigo Egito a Ignacio Sánchez Mejías.”

O livro foi composto por João Prates associando distintos tipos de letra às épocas antes referidas e a tradução foi efetuada por Jorge Melícias. Com capa impressa em serigrafia e com encadernação manual, cada livro apresenta-se inserido num suporte metálico, sugerindo a ideia de uma jaula, assente numa base em madeira. Este mesmo suporte é numerado e assinado pelos dois autores.

A tiragem é de apenas 84 exemplares numerados e assinados pelos principais intervenientes e cada livro inclui uma gravura a buril de Andrés Alcántara igualmente numerada e assinada.

As exposições ficam patentes até dia 5 de julho e a entrada é livre.


Instituto Cervantes de Lisboa

R. de Santa Marta 43F, 1150-140 Lisboa

Tel. 21 310 5020

Editor: Centro Português de Serigrafia

Apoio: Instituto Cervantes de Lisboa e Papéis Favini

 

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JOSÉ ESTEBAN (Sigüenza, Guadalajara) tem vindo a repartir a sua vocação literária pela edição, a crítica e o romance.
Editor curioso, recuperou textos, hoje imprescindíveis, para o estudo da literatura espanhola do século XX. Escritor disperso, cultivou o romance, o ensaio histórico-literário e a crítica. É autor, entre muitas outras obras, de uma antologia básica do epigrama espanhol, bem como de um imprescindível “Diccionario de la Bohemia”.
Foi e continua a ser responsável e consultor de um sem fim de edições, especialmente de autores boémios ou finisseculares. As suas memórias literárias, com o título Ahora que Recuerdo, recolhem mais de cinquenta anos de vida literária madrilena.

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ANDRÉS ALCÁNTARA (Torredelcampo, Jaén) é um escultor, pintor e gravador espanhol. Reside e trabalha em Alcalá de Henares, Madrid.
Realizou a sua primeira exposição individual em 1988, na Galeria E. Navarro, Madrid, tendo realizado muitas mais, sobretudo em Espanha, França, Portugal e China.
Participou em prestigiantes coletivas internacionais como a Bienal Villa de Madrid; ARCO, Madrid; Estampa, Madrid; Museu da Cidade, em Madrid, e Museu de Santa Cruz, em Toledo. Em Portugal expôs na Galeria São Bento, Lisboa, na Galeria António Prates, Lisboa e editou obra gráfica no Centro Português de Serigrafia.
Já foi agraciado com distintos prémios e está representado em numerosas e prestigiadas coleções internacionais.