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Arnulf Rainer, Ilya Kabakov, Jan Voss, Jannis Kounellis, Jorg Immendorff, Joseph Beuys, Markus Lüpertz, Nam June Paik, Tony Cragg

High Level - Obra Gráfica Internacional

Data: 29/09/2016 - 30/10/2016

Local: CPS no CCB

 

PROLONGADA ATÉ 30 DE OUTUBRO

 

Com o título “High Level” inaugura a 29 de Setembro, pelas 18h, na Galeria do CPS - Centro Português de Serigrafia no CCB, uma exposição de obra gráfica de artistas de consagração internacional, grandes expoentes da arte do século XX. Poderão ser apreciados e adquiridos trabalhos de Joseph Beuys, Jörg Immendorff, Markus Lüpertz, Nam June Paik, Tony Cragg, Jannis Kounellis, Arnulf Rainer, Ilya Kabakov e Jan Voss.

Na sua estratégia de divulgação cultural, para além de garantir a alta qualidade das suas edições, o CPS através de parcerias com editores internacionais, como é o caso, proporciona aos seus sócios e ao grande público, o encontro com grandes artistas e tendências marcantes da arte contemporânea.

A presente exposição reúne alguns dos mais importantes artistas da segunda metade do séc. XX, num conjunto emblemático que revela a importância da obra gráfica e o seu valor no plano internacional, constituindo uma inquestionável oportunidade de valorização das coleções de arte privadas portuguesas.

A exposição estará patente até dia 23 de Outubro e a entrada é livre.

 

Joseph Beuys

Joseph Beuys(1921 -1986) é um dos artistas mais representativos da arte alemã do pós guerra e um dos expoentes da arte contemporânea, tendo-se afirmado no desenho, na escultura, na performance, no vídeo e na instalação. A sua arte fortemente anticonvencional assumiu um forte compromisso social e um caráter experimental em sintonia com o Grupo Fluxus (1960-1970) a que esteve ligado. As edições de obra gráfica e múltiplos de arte foram fundamentais para a sua prática. Completou mais de 600 gravuras e múltiplos, que incluíram objetos encontrados e materiais orgânicos, impressões fotográficas e desenhadas à mão. Trabalhou com uma variedade de editores europeus e americanos. Joseph Beuys despertou a consciência ecológica nos anos 80 através de ações de grande alcance como 7000 EICHEIN (7000 carvalhos), em Kassel no ano de 1982. As obras apresentadas das séries “La Rinascita dell´agricultura”, 1978 e “Difesa della natura”, 1984, foram realizadas em Itália.

 

Jörg Immendorff

Jörg Immendorff (1945-2007), artista alemão de renome internacional, dedicou-se à pintura, escultura, gravura, cenografia e ao ensino da arte. À sua pintura associa-se um forte simbolismo na expressão das suas ideias políticas. Fez parte do movimento artístico alemão Neue Wilde (Novos Selvagens). A irreverência e a crítica social caracterizam o seu estilo. Foi um gravador ativo com cerca de 350 edições, trabalhando predominantemente a gravura em linóleo. Experimentou variantes de cor, criando obras únicas intervencionadas à mão. Recorrendo a um estilo irregular, agressivo e a uma escala monumental, ficou associado aos expressionistas alemães, tendo reavivado as técnicas de xilogravura e linoleogravura.

 

Markus Lüpertz 

Markus Lüpertz (n.1941), pintor, escultor e gravador, é um dos artistas alemães mais representativos da sua geração e um nome incontornável da vanguarda contemporânea.  Na década de 1960 desenvolveu um estilo de pintura monumental com base em gestos frenéticos fundindo figuração com abstração. Tornou-se um gravador ativo na década de 1980. Já completou mais de 450 gravuras, muitas impressas no seu próprio estúdio. Tem trabalhado extensivamente em diversos meios, por vezes com combinações invulgares, cruzando por exemplo água-forte com litografia ou ponta seca com linóleo.

 

Nam June Paik

O artista sul-coreano Nam June Paik (1932-2006) está na origem da criação da videoarte. Fez parte do movimento vanguardista Fluxus e em 1964 radicou-se em Nova Iorque. A música eletrónica foi uma das suas principais fontes de inspiração. Inovadora e vanguardista, a obra de Paik, autor de textos teóricos de grande projeção, tornou-se símbolo das mais arrojadas e mediáticas tendências do século XX.

 

Tony Cragg

O escultor inglês, Tony Cragg (n.1949) pertence à geração de ouro da escultura Britânica (Anish Kapoor, Richard Wentworth, Richard Long e Richard Deacon). Tornou-se uma referência mundial com as suas inovadoras composições e as suas obras em que afirma poderosamente o volume. Herdeiro dos novos realismos, da Pop Arte e do neo dadaísmo, como denotam algumas das suas esculturas, notabilizou-se por integrar nos seus trabalhos objetos que o mundo industrial rejeita. Cragg trabalha em metal, vidro, plástico e aplica um desenho requintado às suas gravuras.

 

Jannis Kounellis

O artista grego Jannis Kounellis (n.1936), um dos mais genuínos representantes da Arte Povera, reside em Roma, onde estudou Belas-Artes. É considerado pela crítica um dos últimos épicos e mais interessantes criadores do pós-guerra na Europa, pela energia visual e conceptual das suas obras.

 

Arnulf Rainer

Pintor e gravador, o austríaco Arnulf Rainer (n.1929), influenciado pelo Surrealismo nos seus inícios, é um dos grandes expoentes da abstração e do informalismo contemporâneos. Iniciou-se na obra gráfica em 1950, através da litografia e desde então já produziu mais de 500 obras em diversas técnicas, incluindo de forma mais predominante, ponta seca em aglomerados de densas linhas abstratas e gestuais. É também conhecido por impor tais marcas sobre autorretratos em fotogravura, arranhando a chapa de impressão de maneira aparentemente violenta, em auto-negação.

 

Ilya Kabakov

O artista russo Ilya Kabakov, (n. 1933) que trabalhou em Moscovo de 1950 a 1980 e se radicou nos Estados Unidos da América, é um dos grandes nomes da arte conceptual. Tem vindo a dedicar-se à pintura, ao desenho, à instalação, à obra gráfica e à produção de textos teóricos. Hoje Kabakov é reconhecido como o mais importante artista russo que surgiu no final do século 20. As suas instalações falam tanto sobre as condições do pós-Rússia estalinista como sobre a condição humana universal.

 

Jan Voss

O pintor alemão Jan Voss (n. 1936) que se radicou em Paris nos anos 60, período em que esteve ligado ao grupo KWY, tornou-se uma referência da arte da segunda metade do século XX. Voss é um nome marcante da figuração narrativa e o seu estilo associa-se, segundo o crítico francês Gérald Gassiot-Talabot (que divulgou esta tendência) à liberdade, ao mistério, ao humor e a “uma impertinência extremamente saborosa”.

 

No decurso dos seus já cumpridos 30 anos o CPS reafirma, através do atual conjunto e da relevância dos artistas representados nesta exposição, o seu papel fundamental de defensor do múltiplo de arte na sociedade portuguesa contemporânea.

 

Centro Português de Serigrafia no CCB

Centro Cultural de Belém, loja 7
Praça do Império 1449-003 Lisboa
Tel. 213 162 175   /  Horário: todos os dias das 10h às 21h.

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