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TESTEMUNHO SÓCIOS CPS

 

 joana_V

É sócia há quanto tempo?
Sou sócia do CPS há quase uma década! Na verdade, é difícil precisar o momento exato em que me tornei sócia porque visito o CPS regularmente desde criança, ao acompanhar o meu pai ou a minha avó, que são sócios e entusiastas há mais de 20 anos. Tornou-se uma prática comum e é com prazer que a mantenho, como uma forma de cultivar e partilhar a admiração que tenho por arte contemporânea.

O que a levou a inscrever-se também?
O que me levou a tornar-me sócia foi esta longa relação familiar com o Centro Português de Serigrafia. As paredes da casa onde cresci sempre estiveram repletas de serigrafias e desde que me lembro tenho o hábito de visitar o CPS com a minha família, o que desde cedo alimentou o meu interesse por arte contemporânea e que em muito fomentou a escolha por um caminho profissional em curadoria. A motivação para me tornar sócia surgiu naturalmente quando comecei a sentir vontade de colecionar obras de arte, e é certo que a campanha Geração Futuro, que oferece vantagens na inscrição de familiares de sócios proponentes, foi uma óptima oportunidade para o fazer. O CPS tem-me possibilitado um acesso invulgar a arte que não teria noutro caso. Nomeadamente para um público jovem, parece-me ser uma oportunidade única de cultivar e satisfazer um interesse crescente pelo meio artístico.

Na sua coleção, qual ou quais são as obras preferidas?
É bastante difícil escolher, mas diria que tenho uma predileção pela série de Armanda Passos de 2000, com a qual convivo há muito tempo, pela obra “Estórias para Contar Devagar – Suricata” (2010) de Engrácia Cardoso, que ofereci ao meu pai quando me tornei sócia, e, de entre obras mais recentes, pelas gravuras intervencionadas de Dominique Coffignier.
Algumas das obras mais bonitas que adquiri não as tenho porque as dei como presente, como é o caso de uma extraordinária serigrafia de Cruzeiro Seixas de 2013, e da obra “Caminho para o Infinito” de Maria José Oliveira (2017).

Que lugar ocupa hoje o CPS na sua família?
O CPS ocupa um lugar importante na minha família, presente na vida de quatro gerações. É também um entusiasmo que alimento e partilho com amigos próximos, alguns dos quais são também hoje sócios. Tenho um enorme prazer em oferecer uma serigrafia em datas especiais, e faço-o sempre que tenho oportunidade e ocasião, como presente de aniversário, casamento ou nascimento de uma criança. É com muito gosto que o faço, também por considerar que o Centro Português de Serigrafia tem um papel notável na divulgação da arte contemporânea e, acima de tudo, na sua democratização.

 

Julho de 2019

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