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Salvador Dalí

«A Divina Comédia» de Dante, Edição portuguesa de 1974

Disponível

Suporte: Papel Rives BFK

Dimensão do Suporte: 44,5 x 34,5 x 15 (3 Vol.) cm

Data: 1974

Nº de Exemplares: 100

Ref: PS35019

PVP: €7800

Sócios: €6700 ou 30% dedutível em quotas

 

:: RARA OPORTUNIDADE

:: Nº MUITO REDUZIDO DE EXEMPLARES DISPONÍVEIS

 

Características da Edição portuguesa:

A edição portuguesa d’ A Divina Comédia ilustrada por Salvador Dalí é composta por 3 volumes - Inferno, Purgatório e Paraíso - que contêm no total, 100 gravuras impressas em papel BKF Rives.
Cada volume contém 33 tercetos e 33 gravuras, com exceção d’ O Inferno que contém 34 tercetos e igual número de gravuras.

 

  • Editor e ano de edição: Diprove, Lisboa, 1974
  • Local e data da realização das Gravuras: Atelier de Jean Estrade, 1959-1963
  • Dimensão das gravuras: 33 x 26,5 cm (aprox.)
  • Assinatura de Dalí: impressa em todas as gravuras
  • Tradução: Alexandre O’Neill
  • Tiragem: 100 exemplares numerados de 1 a 100

 

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Salvador Dalí

Outras obras disponíveis de Salvador Dalí

Salvador Dalí (Figueres, Gerona, 1904 - 1989). Foi um dos mais importantes artistas plásticos surrealistas.

 

Apesar de parte do imenso prestígio e popularidade que apreciou durante a sua vida se ter devido às suas excentricidades e peculiar figura, Salvador Dalí deu nova vida ao surrealismo europeu e tornou-se o seu representante mais conhecido; desenvolveu um método a que chamou "crítico-paranóico", que envolvia várias formas subjetivas de associações de ideias e imagens. As suas composições marcantes revelaram uma precisão técnica magistral num sonho muito pessoal e universo simbólico tão claro e brilhante como profundamente inquietante e perturbador.

 

Dedicou-se a várias atividades como cinema, escultura e fotografia, mas destacou-se, sem dúvida, como pintor, tendo a sua obra, como a sua excêntrica figura, ficado incorporadas no imaginário da cultura ocidental.

 

Em 1922, Dalí vai viver para Madrid, onde estuda na Academia de Artes de San Fernando. Torna-se amigo do poeta Federico García Lorca e do cineasta Luis Buñuel.

 

É expulso da Academia de Artes em 1926, depois de declarar que ninguém ali era suficientemente competente para o avaliar. Nesse mesmo ano viaja para Paris onde conhece Picasso e Max Ernst, mas foi a descoberta das teorias de Freud e os pintores metafísicos como Giorgio de Chiririco que faria uma grande diferença em seus trabalhos futuros.

 

Em 1929 colabora com Luis Buñuel na curta-metragem "Un Chien Andalou" e conhece sua musa e futura mulher, Gala Éluard (Elena Ivanovna Diakonova, uma imigrante russa, na época casada com o poeta Paul Éluard).

 

Ainda em 1929, Dalí realiza exposições importantes e junta-se ao grupo surrealista no bairro parisiense de Montparnasse.

 

É expulso pelos membros do grupo surrealista em 1939, por motivos políticos, já que o marxismo era a doutrina preferida no movimento e Dalí se declarava "anarco-monárquico". Dalí respondeu à sua expulsão declarando: "O surrealismo sou eu".

 

No início da Segunda Guerra, Dalí e Gala mudam-se para os Estados Unidos, onde viveram durante oito anos. Em 1942, Dalí publica a sua autobiografia "A Vida Secreta de Salvador Dalí".

 

Em 1960, o pintor começa a trabalhar no Teatro-Museu Gala Salvador Dalí, em Figueres, Catalunha, Espanha. Foi o projeto de maior vulto de toda a sua carreira e seu principal foco até 1974.

 

As duas maiores coleções de trabalhos de Dalí são o Museu Salvador Dalí em Saint Petersbourg, na Flórida, Estados Unidos, e o Teatro-Museu Gala Salvador Dalí, em Figueres, Espanha.

 

Dali morre na cidade de Figueres, a 23 de janeiro de 1989.

 

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