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José de Guimarães

Camões e Dinamene

Disponível

Técnica: Serigrafia

Suporte: Papel Artesanal

Dimensão da Mancha: 56x71 cm

Dimensão do Suporte: 56x71 cm

N.º de cores: 15

Data: 2017

Nº de Exemplares: 200

Ref: S35429

PVP: €1100

Sócios: €690 ou 6M + 490€

Serigrafia em papel artesanal de 600 gr exclusivo para esta Edição Especial

 

CONDIÇÕES ESPECIAIS DE LANÇAMENTO ATÉ 31 DE DEZ 2017

Preço de Sócio posterior: 800€ 

  

 

Nota crítica

José de Guimarães

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José Maria Fernandes Marques nasceu a 25 de Novembro de 1939, na cidade de Guimarães, onde viveu até 1957. Em 1958, já em Lisboa, iniciou os estudos no âmbito da pintura e do desenho com Teresa de Sousa e Gil Teixeira Lopes. Frequentou os cursos de gravura da Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses onde conheceu Hogan, Júlio Pomar, Almada Negreiros, Bartolomeu Cid dos Santos, entre outros.

Partiu para Paris em 1961, altura em que tomou contacto com a pintura fauve, que o acabará por influenciar no futuro. Foi neste ano que adotou o pseudónimo de José de Guimarães, em homenagem à sua terra natal. No ano seguinte viajou para Itália, onde teve oportunidade de ver os frescos de Miguel Ângelo e as pinturas de Morandi e Giorgio de Chirico.

Após mais um ano de estadia em Paris, visitou Munique e encontrou Klee, Kandinsky, a Bauhaus e a Die Bruecke.

Em 1967, em África, integrou uma comissão de serviço militar em Angola. Aí, interessou-se pela arte negra e iniciou a sua incursão no mundo das colagens. Ainda em Luanda, publicou o Manifesto aos pintores inconformistas - Arte Perturbadora - onde afirmará “Aproximem-se da vida e usem as matérias do nosso tempo. Dai beleza ao aço, ao alumínio, ao betão e ao plástico.”

Regressou a Portugal em 1974 e em 1980 começou a esculpir. Nestas viagens e influências da arte do século XX está o âmago da arte de José de Guimarães, que continuou sempre a busca por novas realidades artísticas. Neste âmbito, realizou ainda viagens ao Japão, China, México ou Tunísia. De todos recolheu dados e perspetivas importantes que trespassam nas suas obras.

Em 2001 recebeu o Prémio de Consagração de carreira, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores e, em 2009, a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

A sua obra encontra-se representada em importantes coleções, nomeadamente:

Wurth Museum, Kunzelsan; Museu de Angola, Luanda; Museu Real de Arte Moderna, Bruxelas;  Museu de Arte Moderna (MUHKA), Antuérpia; Museu Middelheim, Antuérpia; Fundação Verenneman, Kruishoutem; Coleção do Estado da Bélgica, Bruxelas; Museu de Arte Moderma (MASP), São Paulo. Museu de Arte Contemporânea (MAC), Universidade de São Paulo. Museu de Arte Contemporânea (MAM), Rio de Janeiro. Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Universidade de Carlton, Otava. Coleção do Estado Francês, Fundo Nacional de Arte Contemporânea, Paris; Parlamento Europeu, Estrasburgo; Fundação Akemi, Osaka; Tachikawa City, Tóquio. Parque Olímpico, Seul; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Museu Nacional de Arte Moderna, Casa de Serralves, Porto; Coleção do Estado Português, Lisboa; Museu Nacional Soares dos Reis, Centro de Arte Contemporânea, Porto; Biblioteca Nacional de Lisboa, Lisboa; Museu Alberto Sampaio, Guimarães; Museu Martins Sarmento, Guimarães; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Museu Espanhol de Arte Contemporânea, Madrid; Ministério da Cultura, Madrid; Museu Nacional da Gravura, Madrid; Biblioteca Nacional, Berna; Fundação Frederick Weisseman, Los Angeles; Centro de Art Rockefeller (SUNY) Fredonia, Nova Iorque.

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