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Sócios: €22.5
Reproduz cerca de 300 obras constituindo uma preciosa referência enquanto catálogo, para a compreensão do universo surrealista de Cruzeiro Seixas.
Contém todas as edições de Obra Gráfica efetuadas pelo CPS e por outros editores e entidades, múltiplos e álbuns de arte, livros de artista e projetos de escultura entre 1976 e 2018.
Coordenação Editorial: Alexandra Silvano e João Prates
Edição: Centro Português de Serigrafia, 2018
Patrocinador Exclusivo: Caixa Geral de Depósitos
Cruzeiro Seixas
Outras obras disponíveis de Cruzeiro Seixas
Nasceu em 1920 na Amadora. No seu longo percurso artístico, conta com uma fase expressionista, outra neo-realista e outra, com início no final dos anos 40, mais prolongada, em que integra o movimento Surrealista Português, ao lado de Mário Cesariny, Carlos Calvet, António Maria Lisboa, Pedro Oom ou Mário Henrique Leiria. Foi um dos seus percursores e atualmente é considerado um dos seus máximos expoentes, considerando-se que o surrealismo fantástico visível na sua obra tenha tido como principal inspiração o trabalho do artista De Chirico. É autor de um vasto trabalho no campo do desenho e pintura, mas também na poesia, escultura e objectos/escultura. No ano de 1952 foi viver para Angola, onde realizou várias exposições individuais e projetos na área da museologia. Em 1964, fugindo da guerra colonial que se vivia, decidiu empreender uma viagem pela Europa. No seu percurso conta inúmeras exposições individuais e coletivas em importantes museus e galerias, em Portugal e no estrangeiro e com diversos prémios e distinções, entre eles, uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1968 e o Prémio Prémio SocTip “Artista do Ano”, em 1989. Está representado em várias coleções e instituições, como o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa ou o Museu Machado de Castro em Coimbra. No entanto, em 1993efetuou uma doação ao Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro de uma considerável parte dos seus trabalhos em acervo bem como de documentação diversa e, no ano de 1999, doou a totalidade da sua coleção à Fundação Cupertino de Miranda, com vista à constituição de um Centro de Estudos e Museu do Surrealismo. Em Outubro deste ano, 2012, a Sociedade Portuguesa de Autores, atribuiu a Medalha de Honra a Cruzeiro Seixas em forma de reconhecimento pela sua longa e sólida carreira artística, como pintor e poeta. Com o mesmo intuito, as Galerias Perve e a Câmara Municipal de Oeiras inauguraram a exposição "Homenagem a Cruzeiro Seixas - Um passo à frente em África", no Centro Cultural do Palácio do Egipto, em Oeiras. A sua obra é amplamente conhecida e facilmente identificada, pela sua marca pessoal e intransmissível, pelo carácter distintivo que imprime em todas as suas peças.
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Nasceu em 1920 na Amadora. No seu longo percurso artístico, conta com uma fase expressionista, outra neo-realista e outra, com início no final dos anos 40, mais prolongada, em que integra o movimento Surrealista Português, ao lado de Mário Cesariny, Carlos Calvet, António Maria Lisboa, Pedro Oom ou Mário Henrique Leiria. Foi um dos seus percursores e atualmente é considerado um dos seus máximos expoentes, considerando-se que o surrealismo fantástico visível na sua obra tenha tido como principal inspiração o trabalho do artista De Chirico. É autor de um vasto trabalho no campo do desenho e pintura, mas também na poesia, escultura e objectos/escultura. No ano de 1952 foi viver para Angola, onde realizou várias exposições individuais e projetos na área da museologia. Em 1964, fugindo da guerra colonial que se vivia, decidiu empreender uma viagem pela Europa. No seu percurso conta inúmeras exposições individuais e coletivas em importantes museus e galerias, em Portugal e no estrangeiro e com diversos prémios e distinções, entre eles, uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1968 e o Prémio Prémio SocTip “Artista do Ano”, em 1989. Está representado em várias coleções e instituições, como o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa ou o Museu Machado de Castro em Coimbra. No entanto, em 1993efetuou uma doação ao Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro de uma considerável parte dos seus trabalhos em acervo bem como de documentação diversa e, no ano de 1999, doou a totalidade da sua coleção à Fundação Cupertino de Miranda, com vista à constituição de um Centro de Estudos e Museu do Surrealismo. Em Outubro deste ano, 2012, a Sociedade Portuguesa de Autores, atribuiu a Medalha de Honra a Cruzeiro Seixas em forma de reconhecimento pela sua longa e sólida carreira artística, como pintor e poeta. Com o mesmo intuito, as Galerias Perve e a Câmara Municipal de Oeiras inauguraram a exposição "Homenagem a Cruzeiro Seixas - Um passo à frente em África", no Centro Cultural do Palácio do Egipto, em Oeiras. A sua obra é amplamente conhecida e facilmente identificada, pela sua marca pessoal e intransmissível, pelo carácter distintivo que imprime em todas as suas peças.


