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José Pádua

A Cidade Revisitada

Data: 14/10/2006 - 14/11/2006

Local: CPS Sede

A 14 de Outubro pelas 16h inaugura no Centro Português de Serigrafia (Rua dos Industriais, 6, 1200 Lisboa) uma exposição de trabalhos de José Pádua, pessoais visões das cidades que melhor conhece e mais ama, Lisboa e Porto. Espaços reconstruídos pela cor da memória em esbatidos roteiros de uma deambulação entre o real e o onírico. O artista que se tem dedicado a recriar a imagem de Lisboa, na esteira de grandes nomes como Almada Negreiros, Carlos Botelho ou Maluda, apresenta actualmente um conjunto de monotipos (pintura directa na placa de gravura transferida para o papel), uma forma de valorização da obra gráfica que lhe confere a sedução da obra única. Imagens familiares do Porto e de Lisboa, a cidade querida dos poetas, com a mancha alacre do seu eléctrico 28 e alguns recantos que o olhar revisita num itinerário colorido por uma paleta vibrátil. José Pádua nasceu na cidade da Beira, Moçambique, em 1934, residindo em Lisboa desde 1977. Foi eleito Artista Plástico de 1966 pelo jornal A Tribuna de Moçambique, pelo trabalho que desenvolvia enquanto pintor, decorador, ilustrador e gravador. Entre 1974 e 1978 trabalhou exclusivamente para a Galeria de Arte R. Rennie, Harare, Zimbabwe. Expõe individualmente desde 1962 (Moçambique) e em Portugal desde 1964. Realizou várias mostras no estrangeiro, na África do Sul, na Suécia e nos E.U.A., continuando a expor em Moçambique, seu país de origem. De 1979 a 1981 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, frequentando cursos de gravura em metal e de litografia. Em 1980 e 1981 foi distinguido com os 2º. e 1º. Prémios, respectivamente, em exposições sobre temas de Lisboa, pela Câmara Municipal da cidade. A sua obra está representada em inúmeras colecções particulares em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente na África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Moçambique, Angola, Espanha, Suécia, Áustria, Brasil, Venezuela, E.U.A., Canadá, Israel, Japão e Austrália. Além de ter participado em várias exposições colectivas, faz parte do grupo A Tertúlia de Artistas de Moçambique que expõe todos os anos, desde 1984, em vários países do mundo. Tem trabalhado como escultor e na azulejaria e realizou murais em cimento em Joanesburgo no Bank of Lisbon & South Africa e em Moçambique nos aeroportos de Mavalane e Beira, Banco Pinto & Sotto Mayor, Montepio de Moçambique, Banco de Crédito Comercial e Industrial, piscinas do Complexo Desportivo dos Caminhos de Ferro da Beira, Banco de Moçambique e Cinema Novocine. A mostra estará patente até 14 de Novembro.

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