[ X ]

Ainda não está registado?

Registe-se no novo site do CPS e termine mais rapidamente as suas encomendas, aceda à sua Coleção e, se já é Sócio, utilize as suas quotas! 

Registo

Login

Esqueci-me da password

Didier Hamey

França

Biografia

Didier Hamey nasceu em 1963 em Dunquerque (França), cidade onde cresceu. Gosta de citar as suas origens e, ao contemplarmos a sua obra, é impossível dissociá-la da folia que assola esta cidade portuária durante o Carnaval, evento ao qual ele nunca falta.

 

Dos longos momentos passados no jardim de sua avó, contemplando os insectos e as plantas, guardou o gosto pelos passeios e a observação da natureza: desde sempre arrecadou “objectos vegetais” na floresta, caracóis e “coisas” à beira do mar, que são também para ele uma preciosa fonte de inspiração.

 

Desde muito cedo os seus pais confiaram nas suas aptidões e, aos dezasseis anos, inscreveram-no numa escola de arte na Bélgica onde, por intermédio de alguns professores apaixonados pela arte, se foi iniciando neste percurso. Após uma experiência no ramo da publicidade, ingressa nas Belas Artes em Paris. Foi aí, em 1988, num atelier de impressão de grande formato, que ganha o desejo frenético de cortar e modificar tudo o que encontra, deixando a marca do seu traço incisivo, no qual utiliza instrumentos mais simples por considerar que são os melhores.

 

Instala o seu atelier em Montreuil, nas portas de Paris, numa grande casa emprestada pela cidade a uma colectividade de artistas.

 

Didier Hamey expõe muito. Para além da apresentação do seu trabalho em galeria, participou na Trienal de Gravura em Chamallière, no Salão de Edição SAGA e no Mês da Estampa, no Viaduto das Artes, em Paris.

 

O seu trabalho figura em numerosas colecções privadas e públicas: O Fundo Nacional de Arte Contemporânea, a Biblioteca Nacional, o Museu de Gravura de Gravelines. Conta também com algumas exposições no estrangeiro: Alemanha, Hong-Kong, Espanha e Hungria. Para além disso, o Banco de França encomendou-lhe a ilustração para o seu relatório anual de contas, e as Edições “Milles et Une Nuits”, as ilustrações dos sonetos “Chimères” de Nerval.

 

Em 2000 ganhou uma bolsa de estudos da Casa de Velasquez , em Madrid. Nos seus “carnets de voyage d’Espagne” encontramos as impressões que foi registando durante a sua estadia.

Ler Mais Ler Menos